ARTIGO ORIGINAL DE TEMA LIVRE

CONSTRUÇÃO DE PROTÓTIPO PARA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE CUIDADOS SEMI-INTENSIVOS

Tayse Barbosa Mouraa

Leonardo Santa Barbara da Silva Santosb

Eula Priscila Brandão Soaresc

Silvone Santa Bárbara da Silvad

Resumo

O processo de enfermagem é o instrumento metodológico utilizado para o processo de cuidar e a Sistematização da Assistência de Enfermagem implica na organização e execução desse processo. Este artigo tem como objetivo construir um protótipo-software para implantação da Sistematização da Assistência de Enfermagem em uma unidade de cuidados semi-intensivos de um hospital público da Bahia. Trata-se de uma pesquisa de intervenção, que busca modificar a realidade estudada, explicando os problemas e propondo soluções. Os resultados apontam que a prática de enfermagem inserida no contexto das práticas em saúde, enfrenta o desafio cotidiano de imprimir uma nova lógica à organização do trabalho, configurando um agir pautado na integralidade. Concluiu-se que a utilização de um software para implantação da Sistematização da Assistência em Enfermagem em um hospital público da Bahia irá facilitar a organização do trabalho da equipe de enfermagem, melhorando a qualidade da assistência prestada ao indivíduo.

Palavras-chave: Software. Processo de enfermagem. Cuidados de enfermagem.

CONSTRUCTION OF A PROTOTYPE FOR THE SYSTEMATIZATION OF NURSING ASSISTANCE IN A UNIT OF SEMI-INTENSIVE CARE

Abstract

The nursing process is the methodological instrument used for the care process and the Systematization of Nursing Assistance implies the organization and execution of this process. This article aims to build a software-prototype for implementation of the Systematization of Nursing Assistance in a semi-intensive care unit of a public hospital in Bahia. It is an intervention research, which seeks to modify the studied reality, explaining the problems and proposing solutions. The results point out that the nursing practice, in the context of health practices, faces the daily challenge of having a new logic to the organization of work, configuring an action based on integrality. It was possible to conclude that the use of software for implementation of the Systematization of Nursing Assistance in a public hospital in Bahia will facilitate the work organization of the nursing team, improving the quality of assistance provided to the individual.

Keywords: Software. Nursing process. Nursing care.

CONSTRUCCIÓN DE PROTÓTIPO PARA SISTEMATIZACIÓN DE LA ASISTENCIA DE ENFERMERÍA EN UNA UNIDAD DE CUIDADOS SEMI-INTENSIVOS

Resumen

El proceso de enfermería, es el instrumento metodológico utilizado para el proceso de cuidar y la Sistematización de la Asistencia de Enfermería implicando en la organización y ejecución de este proceso. Este artículo trata de una investigación de intervención que busca modificar la realidad estudiada, explicando los problemas y proponiendo soluciones. Tiene como objetivo construir un prototipo-software para implantación de la Sistematización de la Asistencia de Enfermería en una unidad de cuidados semi-intensivos. La práctica de enfermería, inserta en el contexto de las prácticas en salud, enfrenta el desafío cotidiano de imprimir una nueva lógica a la organización del trabajo, configurando un actuar pautado en la integralidad. Concluyese que la utilización de un software para implantación de la Sistematización de la Asistencia de Enfermería en un hospital publico de Bahia con un sistema especializado facilitará la organización del trabajo del equipo de enfermería, mejorando la calidad de la asistencia prestada al indivíduo.

Palabras clave: Software. Proceso de enfermería. Atención de enfermería.

INTRODUÇÃO

O processo de enfermagem é o instrumento metodológico utilizado para o processo de cuidar e a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) implica na organização e execução desse processo. Trata-se de uma atividade privativa da enfermeira que norteia as atividades da equipe de Enfermagem, já que técnicos e auxiliares desempenham suas atividades com base na prescrição da enfermeira1. A SAE possibilita o aperfeiçoamento da capacidade de solucionar problemas, tomar decisões e maximizar oportunidades e recursos2.

No Brasil, a SAE tornou-se obrigatória nas instituições de saúde públicas e privadas, após a Resolução n. 272/2002, do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), que a dispõe enquanto método e estratégia de trabalho científico para a identificação das situações de saúde e doença. Esta Resolução explicita, no seu art. ١º, que é função da enfermeira implantar, planejar, organizar, executar e avaliar o processo de enfermagem, constituído por cinco etapas inter-relacionadas, a seguir: histórico, exame físico, diagnóstico, prescrição e evolução de enfermagem3.

Desde o atendimento na unidade básica até o atendimento na unidade hospitalar, o usuário precisa de uma organização da assistência para que receba um cuidado integral e efetivo, e a SAE implica na organização do trabalho em todos os níveis de complexidade da assistência. Para que esse cuidado efetivo ocorra, o processo da sistematização da assistência deve ser claro, prático e relacionado com a realidade apresentada na unidade de saúde, a fim de que as necessidades do indivíduo sejam supridas4.

A sistematização da assistência é um modo de organização dos serviços. Tal organização, em qualquer situação, deve ser percebida no contexto de um processo de trabalho que seja considerado eixo integrador dos diversos serviços de saúde, trazendo à tona os problemas e as dificuldades encontradas em um sistema organizacional que envolve a equipe de profissionais e os usuários, recuperando valores, o reconhecimento e a qualidade do trabalho2.

A prática de enfermagem, inserida no contexto das práticas em saúde, enfrenta o desafio cotidiano de imprimir uma nova lógica à organização do trabalho, configurando um agir pautado na integralidade. Nesse sentido, a formação das enfermeiras também se apresenta como um campo em que a integralidade é premissa para a reorganização das práticas, uma vez que determina a aquisição de competências e habilidades para a prática profissional5.

No entanto, é possível notar que existem muitos desafios na implantação da sistematização da assistência nos serviços de saúde. Para as enfermeiras vários aspectos podem influenciar nesse processo, como sobrecarga de trabalho, número de funcionários reduzidos, despreparo e falta de conhecimento sobre a SAE. Ainda é incipiente a discussão acadêmica sobre o tema e a grande quantidade de trabalhos burocráticos e papéis a preencher, quando a SAE não é informatizada, leva o profissional a considerar a prática desnecessária e a colocá-
-la em segundo plano4. Nesse contexto, defende-se que o uso da tecnologia tem a função de facilitar o processo de trabalho da enfermeira e diminuir o tempo despendido na execução da SAE.

Em contraposição, são vinculadas algumas ideias de que a tecnologia demanda uma alta complexidade dos serviços de saúde; isso porque têm um pensamento centrado na representação simbólica de que essas tecnologias atuam sobre as necessidades do usuário que necessitam de alta resolutividade6.

O uso dessas tecnologias é importante, desde que não retire o foco do objeto do cuidado em saúde, que é o indivíduo, a família e a comunidade. A SAE, por exemplo, é uma tecnologia leve-dura, e o software constitui-se em uma tecnologia dura, porém não são efetivas quando usadas isoladamente. Nesse processo dinâmico do trabalho em saúde é preciso que haja uma interação entre o cuidador e o indivíduo cuidado, respeitando as singularidades, de modo que a tecnologia leve-dura e a tecnologia dura não sejam utilizadas para objetificar o ser cuidado7.

É necessário um conhecimento teórico-prático, habilidades e atitudes para que a sistematização seja realizada com segurança pela enfermeira, com tomadas de decisões corretas relacionadas à qualidade dos cuidados prestados ao indivíduo, gerando competência para executar as atividades que lhe são pertinentes8. Nesse sentido, o uso da tecnologia de informação, no hospital estudado, auxiliará a implementação da SAE e possibilitará a otimização do tempo da enfermeira9-10.

Assim, a utilização de um protótipo-software com um sistema especialista visa possibilitar a organização do trabalho da equipe de enfermagem, já que as informações sobre o indivíduo serão compartilhadas, minimizando o tempo dispensado nessa atividade.

Diante das dificuldades encontradas pela equipe de enfermagem para operacionalizar a SAE, no serviço de saúde estudado, surgiu a seguinte questão: Como criar um protótipo-software para facilitar a execução da SAE, em uma unidade de cuidados semi-
-intensivos de um hospital público?

Tal pergunta remete ao objetivo deste estudo que é criar um protótipo para operacionalização da SAE com base nos diagnósticos mais frequentes de uma unidade de cuidados semi-intensivos de um hospital público da Bahia.

MATERIAL E MÉTODOS

Trata-se de uma pesquisa de intervenção, que busca modificar a realidade estudada, explicando os problemas e propondo soluções. Encontra-se sustentada na engenharia de software e amparada no ciclo de vida de desenvolvimento de sistemas.

Inicialmente iríamos criar um software para desempenhar a função pretendida, porém, depois de apresentarmos o problema e a solução ao consultor em Ciências da Computação, este nos orientou a desenvolver um protótipo, que é o mais indicado e um modo mais eficiente de alcançarmos o objetivo, por nos permitir realizar as mudanças sugeridas pelas enfermeiras do setor onde será implantado; e, após essas modificações, criarmos um software que se adeque melhor à realidade estudada.

Para a criação do protótipo foi utilizado um sistema especializado, que é normalmente utilizado para apoio à tomada de decisão e, às vezes, até toma as próprias decisões baseadas no conhecimento adquirido que lhe foram passados11.

É comum que o termo inteligência artificial esteja relacionado com sistemas especialistas, pois estes são projetados para resolver problemas complexos e específicos, cujo conhecimento utilizado é fornecido por pessoas especializadas em certa área.

Esses sistemas são diferentes dos sistemas convencionais uma vez que trabalham com uma grande base de conhecimentos. Já os convencionais manipulam uma grande quantidade de dados. Os sistemas especialistas são programas de computador que procuram atingir soluções de determinados problemas do mesmo modo que especialistas humanos, que estiverem sob as mesmas condições11.

O sistema especialista apresenta vantagens, tais como: ser estável, pois não sofre interferências externas; está disponível em tempo integral, de acordo com a infraestrutura que lhe é oferecida e tem grande facilidade em replicar o conhecimento12.

Nessa direção, a criação do protótipo tem como objetivo facilitar o entendimento dos requisitos aplicados, apresentar conceitos e funcionalidades do software a ser desenvolvido posteriormente. Dessa forma, propõe uma solução adequada para o problema apresentado, aumentando a sua percepção de valor.

No desenvolvimento desse protótipo foi utilizado o Balsamic Mockups, que se trata de uma ferramenta gráfica de interface com os usuários, e é uma forma simples para posterior criação do software. São utilizados wireframes, um desenho básico, como um esqueleto, que demonstra de forma direta a arquitetura de como será o objeto final de acordo com as especificações relatadas e por meio do qual se tem acesso às telas principais, com as informações que se deseja compartilhar. Depois de implementado, pode-se realizar as modificações necessárias13.

A unidade, onde se desenvolveu a intervenção, dispõe de duas salas articuladas, que comporta três leitos em cada. Funciona como uma semi-intensiva, onde se encontram pacientes graves e também de longa permanência. A equipe de enfermagem é composta por sete enfermeiras, sendo uma gerente, e dezessete técnicos de enfermagem. Participaram deste estudo as enfermeiras dessa unidade, porque foram incluídas desde o início do processo de implantação da SAE, quando foram identificados os diagnósticos de enfermagem mais frequentes e as intervenções de enfermagem adequadas à realidade local.

Para validação das intervenções foi utilizado um instrumento de pesquisa com os nove diagnósticos mais prevalentes da unidade que foram avaliados por seis docentes de uma universidade pública que participam ou já participaram de projetos acadêmicos sobre a SAE.

Participou, na condição de colaborador, um especialista em Ciências da Computação, que orientou as pesquisadoras quanto à construção do protótipo e seus possíveis desdobramentos.

Foram observados os aspectos éticos conforme preconiza a Resolução n. 466/2012, do Conselho Nacional de Saúde, respeitando os princípios da autonomia, da beneficência, da não maleficência e da justiça.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para criação do protótipo foi preciso elaborar a definição de requisitos, que constituiu na coleta dos requisitos especificados pelos pesquisadores e discutidos com o especialista em Ciências da Computação. Por intermédio das especificações dos requisitos, foram estabelecidos os diagramas de classes, processos e usuário; esses fundamentais para a documentação e o bom entendimento do sistema desenvolvido.

O protótipo foi formado por três etapas da SAE: histórico de enfermagem, diagnóstico de enfermagem e prescrição de enfermagem. O histórico de enfermagem foi criado pelas autoras, após discussão com as enfermeiras e os demais participantes do projeto, e subsidiou a coleta de informações sobre o indivíduo no ato da admissão. Tal etapa teve como finalidade levantar os problemas do indivíduo, realizada por meio da observação, exame físico, resultado de exames laboratoriais e/ou de imagens, revisão dos registros ou relatos de diagnóstico médico14.

Os diagnósticos de enfermagem utilizados foram levantados em conjunto com as enfermeiras assistenciais da unidade como sendo os mais prevalentes de acordo com o perfil epidemiológico dos indivíduos que são ali internados. Trata-se da identificação das necessidades reais ou potenciais do ser humano. Essa etapa corresponde a um julgamento realizado pela enfermeira com base na coleta de dados, tendo como objetivo desenvolver um plano de ação, que é a base para realizar as intervenções para alcançar os objetivos finais15.

As prescrições ou intervenções de enfermagem, depois de levantadas com base na Nursing Intervention Classification (NIC), descrevem um conjunto de atividades a serem executadas nos tratamentos de enfermagem, e são planejadas em resposta a um diagnóstico de enfermagem pré-estabelecido, podendo ser vinculadas à Taxonomia da North American Nursing Diagnosis Association (NANDA). Incluem cuidados diretos e indiretos, que envolvem a interação com o indivíduo por meio de ações que vão impactar fisiologicamente, no aspecto psicológico e na gerência do ambiente16-17.

A Tela 1 é a tela inicial na qual o usuário, por meio de login e senhas pessoais, terá acesso ao sistema. O cadastro de cada enfermeira poderá ser realizado com o auxílio da equipe de tecnologia de informação da unidade hospitalar. Em seguida, surge a Tela 2 que mostra ao usuário as opções oferecidas pelo sistema: paciente, enfermeira, ajuda e sair (Figura 1).
O usuário seleciona de acordo com a função que deseja acionar.

Figura 1 – Telas 1 e 2 do protótipo da SAE

Fonte: Elaboração própria.

Na tela 3 é exibido o modelo de Histórico de Enfermagem que é realizado na admissão do paciente, contendo os dados pessoais e história clínica pregressa e atual. Após preenchimento do Histórico, o usuário, clicando em “obter diagnóstico”, poderá identificar os diagnósticos de enfermagem, baseado nas características definidoras. Na tela a seguir, o usuário tem acesso aos diagnósticos de enfermagem mais prevalentes levantados na unidade com as respectivas intervenções validadas e o espaço para aprazamento dessas prescrições ao lado. Após definir o diagnóstico de enfermagem ele irá optar pela intervenção mais adequada àquele indivíduo (Figura 2).

Figura 2 – Telas 3 e 4 do protótipo da SAE

Fonte: Elaboração própria.

Após clicar em “salvar” aparecerá a tela 5, que contém somente as opções escolhidas de acordo a necessidade do ser cuidado. As intervenções selecionadas, que constitui o plano de cuidados de enfermagem, poderão ser impressas para manuseio pela equipe de enfermagem (Figura3).

Figura 3 Tela 5 do protótipo da SAE

Fonte: Elaboração própria.

Diante do apresentado é possível perceber que a enfermeira poderá identificar os diagnósticos de enfermagem para cada individuo internado, sem precisar a todo momento consultar a Taxonomia da NANDA, dado que já estará disponível no sistema, podendo listar as intervenções que mais se adequem à situação desse mesmo individuo, de acordo com a NIC. Com isso, se otimizará o tempo e possivelmente concorrerá para melhor organização do processo de trabalho de toda a equipe de enfermagem.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estudo apresentou um protótipo para viabilização da SAE, o que poderá impactar na melhoria da qualidade da assistência prestada aos indivíduos que se encontram internados na unidade semi-intensiva do hospital estudado.

Trata-se de um protótipo diferenciado dos demais por não apresentar uma prescrição única para todos os indivíduos e sim, uma prescrição particular vinculada às necessidades individuais de cada usuário, o que possibilitará a elaboração de um plano de cuidado específico.

A construção desse protótipo demonstrou que é possível implantar a SAE. Apesar de não ser funcional, ajustá-la é mais simples do que uma programação com código, como sugerido inicialmente. Antes disso, ele terá que ser validado, sendo esse o próximo caminho a ser trilhado.

Conclui-se que a utilização de um software com um sistema especializado irá facilitar a organização do trabalho da equipe de enfermagem, melhorando a qualidade da assistência prestada ao indivíduo.

COLABORADORES

1. Concepção do projeto, análise e interpretação dos dados: Tayse Barbosa Moura, Leonardo Santa Barbara da Silva Santos, Eula Priscila Brandão Soares e Silvone Santa Bárbara da Silva.

2. Redação do artigo e revisão crítica relevante do conteúdo intelectual: Tayse Barbosa Moura e Silvone Santa Bárbara da Silva.

3. Revisão e/ou aprovação final da versão a ser publicada: Tayse Barbosa Moura e Silvone Santa Bárbara da Silva.

4. Ser responsável por todos os aspectos do trabalho na garantia da exatidão e integridade de qualquer parte da obra: Tayse Barbosa Moura.

REFERÊNCIAS

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Recebido: 28.2.2018. Aprovado: 1.8.2018.


a Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Enfermeira da gestão de leitos do Hospital Geral Clériston Andrade. Feira de Santana, Bahia, Brasil.

b Bacharel em Ciências da Computação. Analista de Testes. Residência em reuso de software. Feira de Santana, Bahia, Brasil.

c Enfermeira. Especialista em Saúde Pública. Colaboradora do Núcleo de Estudos em Gestão, Políticas, Tecnologias e Segurança na Saúde. Feira de Santana, Bahia, Brasil.

d Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Titular do Departamento de Saúde da Universidade Estadual de Feira de Santana. Pesquisadora do Núcleo de Estudos em Gestão, Políticas, Tecnologias e Segurança na Saúde. Feira de Santana, Bahia, Brasil.

Endereço para correspondência: Universidade Estadual de Feira de Santana. Avenida Transnordestina, s/n, Bairro Novo Horizonte. Feira de Santana, Bahia, Brasil. CEP: 44036-900. E-mail: taybmoura@hotmail.com

DOI: 10.22278/2318-2660.2018.v42.n0.a2872